Bomba no Morumbis: investigação aponta associação criminosa dentro do São Paulo
- Redação CM

- Mar 20
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A Polícia Civil de São Paulo aponta, em relatório de investigação, que dentro do São Paulo Futebol Clube teria operado uma associação criminosa para venda clandestina de camarotes no MorumBIS. São acusações. Todos os investigados têm direito de se defender, mas é preciso que haja uma explicação contra algo muito grave.
A investigação aponta que Rita de Cássia Adriana Prado, Mara Casares, Douglas Schwartzmann e o ex-superintendente Marcio Carlomagno teriam participado do esquema, cada um recebendo 25% dos lucros, divisão registrada num caderno apreendido pela polícia.
O período investigado vai do show do Coldplay em março de 2023 até a apresentação de Shakira em fevereiro de 2025. Quase dois anos. Só o camarote 3A teria gerado R$ 132 mil em um único show, com ingressos vendidos por até R$ 2.100 cada.
Mara Casares, ex-mulher de Julio Casares, era diretora cultural do clube e estaria no centro do esquema, envolvida na venda da "Sala Presidencial", espaço que não deveria ser comercializado.
Para a torcida e para o clube, são acusações gravíssimas que precisam ser apuradas por completo. Ainda mais porque envolvem o nome do ex-presidente Julio Casares, que sofreu impeachment pelo Conselho Deliberativo em janeiro de 2026 e, dias depois, renunciou ao cargo. São três inquéritos em andamento: camarotes, lavagem de dinheiro e corrupção no clube social. O São Paulo é tratado como inocente. Por enquanto, o episódio não está interferindo dentro de campo.





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