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Se Marcelo Lomba não sofrer gols no Paraguai contra o Olimpia, Inter encaminha classificação na Libertadores. Foto: Ricardo Duarte/SC Internacional

O Inter só luta e nada de glória, desde 2016. Foi quando consquistou o Campeonato Gaúcho. De lá para cá, teve o tombo para a segunda divisão do Brasileiro, se reergueu. Mas na hora da verdade, de decisão, fraqueja. Foi assim até mesmo no ano seguinte contra o Novo Hamburgo na decisão do Gauchão. Na série B, ficou atrás do América Mineiro. Além dos incontáveis Gre-Nais perdidos, perdeu a decisão da Copa do Brasil para o Atlético-PR, e, recentemente, não superou o Flamengo em confronto direto tampouco marcou um gol contra o Corinthians em casa ara ser campeão brasileiro.

Me lembrei da música do gigante Charlie Brown Jr. para ilustrar este momento do Inter. "A vida me ensinou a nunca desistir. Nem ganhar, nem perder, mas procurar evoluir", diz a letra. Qual foi a evolução do Inter desde aquele período de queda e derrotas? Muitas, mas ainda não suficientes para chegar ao topo de uma competição. Vários técnicos passaram neste período. Cito três que foram bem: Odair Hellmann, Eduardo Coudet e Abel Braga. Mas não ganharam títulos.

A responsabilidade maior será sempre dos jogadores. O grupo do Inter mudou bastante, mas há uma base, de uns anos para cá, com Lomba, Cuesta, Dourado, Edenilson. Com Taison, vai mudar bastante para melhor. Mas o tempo é curto. O Inter tem, de novo, uma sequencia de luta. Olimpia, nesta terça-feira, no Paraguai pela Libertadores, Grêmio, domingo na Arena, e o jogo decisivo na quarta, 26 de maio, no Beira-Rio contra o Always Ready. O Gauchão ficou mais distante, é melhor colocar todas as forças na Libertadores, mesmo que não seja candidato ao título.

O espanhol Miguel Angel Ramirez implantou um novo modelo de jogo. Evoluiu, mas não o suficiente. A bola está com os jogadores para tentar reverter um quadro pintado por eles. "Hoje estou feliz. Acordei com o pé direito. E eu vou fazer de novo. E vou fazer muito bem feito", diz a letra de Chorão. É esperar para ver. Quem sabe, em breve, o torcedor não vai poder cantar: "Dias de luta, Dias de Glória, do Desporto Nacional, o Internacional."


Contagem regressiva para a despedida de D'alessandro no Inter. Foto: Ricardo Duarte/SC Internacional

Não poderia haver cenário pior para o futuro do Internacional. Numa coletiva de imprensa, na tarde desta segunda-feira (23.11), o ex-capitão colorado anunciou o fim do ciclo dele como jogador no Beira-Rio. Joga até 31 de dezembro. Não renova. Não termina as competições que ficaram para 2021. Isso se houver algo em disputa para o Inter até lá. Dale falou que vai seguir a carreira de atleta. É sinal de que desistiu de lutar pelo clube, cujo futuro é incerto. Ficou claro de que não é nada contra o Inter, a atual direção nem a futura que se avizinha, tampouco contra Abel Braga, o velho-novo técnico. Eduardo Coudet se foi. Com ele se foram a liderança do Brasileiro, a Copa do Brasil, a tática e a confiança. O time tem jogos de ida pela Libertadores contra o Boca Juniors nesta quarta-feira. Abelão está com a Covid-19. Odair o antepenúltimo técnico do Inter, demitido, venceu Coudet e o time de Abel. Quem acredita no Inter?



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