18 DE MAIO: O DIA DA LISTA DE ANCELOTTI PARA A COPA
- Caco da Motta

- 11 minutes ago
- 2 min read

Na próxima segunda-feira, dia 18 de maio, às 17h, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Carlo Ancelotti sobe ao palco para revelar os 26 nomes que vão representar o Brasil na Copa do Mundo de 2026. É a lista mais esperada dos últimos anos e, convenhamos, também a mais cheia de suspense.
A base está praticamente definida. Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães, Vinícius Júnior e Raphinha são praticamente unanimidade. No ataque, Matheus Cunha, Luiz Henrique, Gabriel Martinelli e João Pedro também aparecem com vaga encaminhada. O setor ofensivo, aliás, é o mais encaminhado e o mais empolgante, com Vini Jr. vivendo o seu melhor momento com a camisa canarinha.
A ausência mais dolorosa já é certeza: Rodrygo está fora. O atacante do Real Madrid rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito e não vai ao Mundial. Uma perda enorme, especialmente considerando a temporada brilhante que fez pelo clube espanhol.
Mas a grande questão que divide o país é Neymar. Vai ou não vai? O camisa 10 do Santos está na pré-lista de 55 nomes enviada à Fifa, jogou mais de 80 minutos em 12 das 13 partidas na temporada, consistência que não via há anos.
Ancelotti foi diplomático ao falar sobre ele: a decisão será baseada exclusivamente em critérios técnicos e físicos. Fácil falar, difícil decidir. Neymar é um fenômeno, mas está longe do seu melhor nível. O técnico tem o peso da história de um lado e a razão técnica do outro.
Outras dúvidas quentes: Paquetá e Richarlison, ausentes na última convocação, ainda brigam por uma vaga. No meio, Joelinton e Gabriel Sara correm por fora. No ataque, Endrick, Igor Thiago e Igor Jesus disputam espaço com unhas e dentes. A concorrência é brutal e o número de vagas em aberto, pequeno.
O Brasil cai no Grupo C ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia é no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Antes, amistosos contra Panamá (31/05, no Maracanã) e Egito (06/06, em Cleveland) vão dar os últimos ajustes. O título mundial não vem desde 2002. São 24 anos de jejum, de expectativa, de quase lá. Agora, com um elenco repleto de qualidade, uma geração talentosa e um treinador de peso como Ancelotti, a esperança voltou a ganhar força de verdade. Na segunda, o país para. E a contagem regressiva começa.





Comments