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Levantamento aponta uma pequena vantagem de quem está descontente com a cobertura jornalística da pandemia no Brasil




O levantamento que fiz foi através de uma enquete por formulário, para saber o que os brasileiros pensam sobre a atuação da imprensa brasileira na cobertura da Covid-19.

Os dados concentram as opiniões no Sul do Brasil, com maior concentração no Rio Grande do Sul e na cidade de Porto Alegre.

As opiniões de dividem com uma vantagem maior de 51,5% para o Não contra 48,5 % para o Sim quando a pergunta é:


Você está satisfeito com a cobertura da imprensa na Covid-19?



A faixa de idade da maioria das pessoas pesquisadas está entre 30 e 59 anos, sendo de 50 a 59 anos (46,5%), seguido das pessoas com idade de 30 a 49 anos (41,6%).


A maioria das respostas foi envidada por homens (67,3% ), sendo (32,7%) respondidas pelas mulheres.


A maior parte das respostas é de pessoas do Rio Grande do Sul (77,2%), depois vem Santa Catarina (10,9%) São Paulo (5%), Fora do Brasil (2%) , Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte e Matro Grosso do Sul (1%), cada. Porto Alegre é a cidade com maior índice de respostas, acima de 50%.


O grau de formação das pessoas que responderam é na maioria de Pós-graduação (416%), Graduação (27,7%), Graduação Incompleta e Mestrado (10,9%) cada, Ensino Médio Completo e Doutorado (4%) cada, e Ensino Médio Incompleto (1%).


Tv e Websites são as principais fontes de informação da pessoas pesquisadas:


O público confia mais nas notícias oficiais do Governo Federal e depois em jornalistas de empresas de jornalismo, seguido por jornalistas independentes.



Seguem alguns depoimentos anônimos das pessoas pesquisadas sobre o que não gostam na cobertura jornalística da Covid-19. Nota-se uma divisão de opiniões e, detalhe, não faço aqui qualquer juízo de valor a respeito das opiniões.

"Globo News, perguntas com maldade e sem objetivo de informar e sim dividir e causar pânico." "Tendenciosos demais, zero transparência, falsa independência, foco excessivo contra o governo, destrutivos e não construtivos"

"Não me agrada o fato de junto com a notícia darem sua opinião, pois é um debate monólogo e portanto manipulador de massa." "Ideologia POLÍTICA predominante de esquerda, ocultação de informações visando cimentar pânico" "Informações repassadas por formadores de opinião sem formação profissional, como Ratinho, bispos e padres, youtubers, cantores sertanejos e de música popular"


"JN gasta seu precioso tempo , mostrando panelaço no lugar de pacientes recuperados, já que mortos e infectados, informam diariamente." "Na maior parte das vezes se conta a notícia com viés negativo, pois o medo é um ótimo chamariz." "TV Record é a pior disparado. Mas jornalismo do SBT e Datena na Band são tão terríveis" "A grande mídia fala em uníssono , sem o contraditório quando se trata de posicionamento político, sempre defendendo os interesses da elite econômica"


Nota-se também uma diversidade de opiniões das preferências na imprensa brasileira quando trata da Covid-19:

"Colunistas de direita, Brazil Journal, O antagonista, revista Crusoé" "Pingos nos is (fatos, e noticias) O grande debate CNN (debate) Blog Alexandre Garcia (boas opiniões)"

"Jornalistas com visão mais aberta, tipo Juremir Machado "Roda viva, The intercept Brasil, Reinaldo Azevedo." "Datena da Bandeirante "Cobertura TV Globo está surpreendendo, globo news, programas independentes, Folha de São Paulo, podcasts, que contenham entrevistas com especialistas, dados do mundo, cientistas." "Manhattan Connection, Diego Casagrande" A maioria das pessoas pesquisadas dizem origem das Fake News são de pessoas em geral, ou seja, não há um perfil específico, até porque muitas vezes as notícias falsas são espalhadas em grupos de WhatsApp, em Redes Sociais, sem qualquer apuração ou alguma citação de fonte ou vinculada a algum veículo oficial de comunicação ou mesmo profissionais independentes.



Globo, Bandeirantes, CNN e RBS estão entre as empresas onde as pessoas mais se informam sobre a Covid-19. Detalhe. Por muitas pessoas serem do Sul, a RBS se destaca.


Mas nem sempre estão de acordo do que acompanham.

O objetivo deste levantamento foi ter uma ideia da opinião dos brasileiros sobre a cobertura da imprensa na Covid-19. Ficou claro que existe uma uma maior necessidade de conteúdos mais informativos que opinativos, até porque quando há opinião, existe conflito de ideias e interesses.


E você, qual a sua opinião sobre a cobertura jornalística sobre a Covid-19?

A maior pesquisa do segmento de fitness do Brasil mostra que 88% dos alunos já se sentem seguros durante o treinamento em academias. O ex-medalhista olímpico Gustavo Borges aposta na comunicação eficaz para as pessoas voltarem a treinar com maior intensidade.


Os números da pandemia do novo coronavírus estabilizaram no Brasil, mas uma segunda onda da doença na Europa e a possibilidade de haver pelo menos uma vacina até o início de 2021 geram muitas dúvidas no comportamento das pessoas. Apesar desta insegurança, a startup de gestão de fitness Tecnofit realizou um levantamento com mais de 15 mil pessoas de todo o País para entender o comportamento dos alunos durante a pandemia e fazer recomendações para melhorar o setor.

O resultado é uma clara demonstração de que as pessoas estão dispostas a investir na saúde com total segurança e apoio de profissionais capacitados, assim como as academias e locais de treinos devem estar ainda mais seguros e atentos ao chamado "novo normal". O trabalho foi feito em parceria com o consultor Luis Amoroso, especialista em gestão fitness e teve ainda análise de profissionais de destaque no ramo como o ex-medalhista olímpico Gustavo Borges, presidente da ACAD Brasil, e Jacqueline Antunes, diretora da associação comercial que representa academias (IHRSA).

Os números destacam que dos 58% dos alunos que não cancelaram a matrícula durante a paralisação e já retornaram aos treinos, 88% sentem-se seguros no espaço. Entre os que retomaram as atividades, 84% estão bem satisfeitos com as medidas de prevenção. "70% pensam em aumentar a frequência de treinos para pelo menos três vezes por semana", salienta Anderson Cichon, CTO da Tecnofit, startup realizadora da pesquisa.

A pesquisa pode ser acessada aqui.



Outros dados relevantes são:

41% dos alunos pretendem voltar imediatamente aos treinos quando suas academias reabrirem. Afinal, nem todas estão abertas no Brasil. Para 64% das pessoas, o maior motivador para o retorno dos treinos é o cuidado com a saúde.


14% sente saudades da rotina

12% diz que o motivador importante é a segurança quanto às medidas preventivas

7% preocupa-se com o cuidado com a aparência

3% sente falta de fazer um social com os amigos.

Atenção para as prioridades dos cuidados sanitários e protocolos de segurança:

72% aumento dos cuidados com a limpeza e higiene geral

71% os produtos para higienização como álcool em gel

62% sinalização adequada para o distanciamento entre as pessoas

42% aferir a temperatura na entrada do estabelecimento

31% as placas de acrílico na recepção

12% liberação para o uso de chuveiros após os treinos

"Como 23% dos alunos só retornará aos treinos com todos os protocolos sendo seguidos, o papel do empreendedor nesse momento é garantir que a segurança será eficaz no ambiente. Prepare-se como se fosse reabrir amanhã, e registre todas as adaptações preventivas por fotos ou vídeos para que os alunos saibam que todos os cuidados pontuados e exigidos na pesquisa estão sendo cumpridos", explica o consultor Luis Amoroso.



Gustavo Borges valoriza a comunicação como ferramenta de divulgação positiva


Para Gustavo Borges, a comunicação eficaz é o melhor caminho


A pesquisa evidencia que a segurança é o fator primordial para que os indecisos retornem. E para Gustavo Borges, ex atleta olímpico e presidente da ACAD Brasil, vale ressaltar a importância de fazer uma comunicação eficaz das ações que o estabelecimento tem tomado para tornar o ambiente seguro. "Quanto mais a gente avançar na comunicação, quanto mais a gente mostrar que a atividade física é algo que salva vidas, trabalha a autoestima, e que trabalha o desenvolvimento humano, aliado com a segurança, melhor. 64% das pessoas voltaram por conta disso, pelo cuidado com a saúde. E isso é um ponto que é fundamental a gente mostrar e martelar, e nesse caso, a mídia nos ajuda muito" ressalta Gustavo Borges. O consultor Luis Amoroso também reforça que coletar testemunhos de alunos, fazer fotos, vídeos e transmissões ao vivo, para mostrar como o ambiente está, são boas dicas para as empresas implementarem no dia a dia de trabalho. "As pessoas se sentirão mais seguras ao verem outras frequentando tranquilamente o espaço. Vale também relembrar pela comunicação a importância de se praticar exercícios físicos e os riscos do sedentarismo, não apenas para a saúde física, mas mais ainda nesse momento de isolamento social para a saúde mental", explica Luis Amoroso.

Sobre a Tecnofit

A Tecnofit é um sistema de gestão de negócios fitness totalmente on-line criado pelo programador Anderson Cichon e por Antonio Maganhotte Junior, sócio fundador do EBANX. Com o sistema, o gestor controla diversas áreas como financeiro, vendas, relacionamento, programa de fidelidade, agenda de turmas, fichas de treinos e muitas outras funcionalidades. Aliado a ele, existe também o aplicativo Tecnofit Gestão, que complementa a administração do negócio com total mobilidade, e o aplicativo Tecnofit destinado para o aluno, que controla ficha de exercícios, avaliação física, resultados, check-in nas aulas, contratos e renovação de planos.  A empresa ainda tem outros aplicativos: o Tecnofit Box, voltado para alunos de CrossFit; e o Personal, feito para a gestão e controle para personal  trainers. Fonte: NoAR Comunicação.

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