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Você já parou para pensar por que, nos Estados Unidos, o esporte que praticamente o mundo inteiro chama de futebol é chamado de “soccer”? Para muita gente, principalmente entre os britânicos — que criaram o jogo mais popular do planeta — e para nós brasileiros, isso gera incômodo. Afinal, para nós é futebol, para eles é football. Ponto final. Mas, se for explorar a origem da palavra “soccer”, talvez possamos até começar a chamar o basquete de “Ccester”, o beisebol de “Taccer” e o futebol americano de “eNeFeLer”. Como assim? Vamos entender a história.

A origem da palavra “soccer” e por que a culpa não é dos americanos

Embora não exista um registro oficial, o ue se sabe é que no final do século XIX, a Inglaterra tinha dois tipos muito populares de futebol: o rugby football e o association football — este último, o futebol como conhecemos. É claro que também havia diferentes regras e o tempo se encarregou de separar em pelo menos três modalidades o futebol, o futebol americano e o rugbi. Mas foi a Football Associaion, fundada em 1863, que unificou as regras do futebol, marcando um ponto crucial no desenvolvimento do esporte moderno. 

Na cultura universitária britânica de Oxford e Cambridge, era comum dar apelidos para palavras acrescentando o sufixo “-er”. Por exemplo, “rugby” virou “rugger”, “breakfast” virou “brekker” ou “brekkers”. Foi dentro desse contexto que surgiu o termo “soccer” — uma forma abreviada e brincalhona de “association” em “association football”. Ou seja, “assoc” virou “soccer”.

Há uma famosa história — que pode ser um pouco apócrifa, mas muito simbólica — que conta que Charles Wreford-Brown, um estudante da Universidade de Oxford, estava tomando café da manhã quando um colega o chamou para jogar uma partida de “rugger” depois do “brekker”. Ele respondeu: “Não, obrigado, vou jogar ‘soccer’.” Daí teria nascido o termo.

A palavra surgiu, portanto, na Inglaterra, não nos Estados Unidos.

Como o “soccer” cruzou o Atlântico e virou a palavra oficial lá nos EUA?

Nos Estados Unidos, a popularidade do futebol americano — com sua bola oval, capacete e tackles — explicou a necessidade de diferenciar os esportes. Então, o futebol tradicional precisou ganhar outro nome, para evitar confusões, e manteve o “soccer” vindo da origem inglesa.

Ainda assim, “soccer” demorou a firmar-se: até o meio do século XX, o órgão regulador do esporte nos EUA chamava-se United States Football Association, e só em 1974 adotou “soccer” oficialmente no nome.

Portanto, a responsabilidade da palavra “soccer” não é dos americanos, mas dos ingleses que criaram a expressão com jeitinho acadêmico e que os americanos, por necessidade cultural, acabaram adotando. Eu não gosto, mas fazer o que?

Time de Futebol dos engenheiros da realeza, 1872, Inglaterra
Time de Futebol dos engenheiros da realeza, 1872, Inglaterra



CRISTIANO RONALDO CONVOCADO PARA JOGOS DE PORTUGAL CONTRA A DINAMARCA. FOTO FPF.
CRISTIANO RONALDO CONVOCADO PARA JOGOS DE PORTUGAL CONTRA A DINAMARCA. FOTO FPF.

O técnico da Seleção Portuguesa, Roberto Martínez, anunciou a lista de jogadores convocados para os jogos dos playoffs de qualificação para a fase final da Liga das Nações contra a Dinamarca. A convocação foi divulgada na última sexta-feira, na Cidade do Futebol.

Portugal enfrentará a Dinamarca em Copenhague na próxima quinta-feira, dia 20 de março, e, na sequência, jogará em Lisboa, no Estádio José Alvalade, no domingo, 23 de março. Ambas as partidas estão programadas para começar às 19h45 (horário de Brasília).

A lista completa dos convocados é a seguinte:

  • Goleiros: Diogo Costa (FC Porto), Rui Silva (Sporting CP) e José Sá (Wolverhampton Wanderers).

  • Defensores: Diogo Dalot (Manchester United), Nélson Semedo (Wolverhampton Wanderers), Nuno Mendes (PSG), Nuno Tavares (SS Lazio), Gonçalo Inácio (Sporting CP), Rúben Dias (Manchester City), António Silva (SL Benfica) e Renato Veiga (Juventus).

  • Meio-campistas: João Palhinha (Bayern de Munique), Rúben Neves (Al Hilal), João Neves (PSG), Vitinha (PSG), Bruno Fernandes (Manchester United), Bernardo Silva (Manchester City) e João Félix (Milan AC).

  • Atacantes: Francisco Trincão (Sporting CP), Francisco Conceição (Juventus), Pedro Neto (Chelsea FC), Geovany Quenda (Sporting CP), Rafael Leão (Milan AC), Diogo Jota (Liverpool FC), Gonçalo Ramos (PSG) e Cristiano Ronaldo (Al Nassr).



A imagem apresenta uma comparação entre os filhos dos dois grandes jogadores de futebol, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. À esquerda, está Cristiano Ronaldo Jr., vestido com uma camisa de listras brancas e pretas, com uma expressão confiante. À direita, Thiago Messi aparece usando a camisa do Barcelona, com um sorriso amigável. O fundo é dividido por um raio, simbolizando a rivalidade entre os pais, enquanto os nomes dos meninos estão destacados em cores vibrantes. A imagem evoca um senso de competição amigável entre as duas estrelas do futebol e seus filhos.
Filho de Peixe: Levar o nome de dois ícones do futebol é um peso para CR7 JR e Thiago Messi. Foto montagem

Recentemente, uma postagem viral nas redes sociais gerou grande alvoroço ao afirmar que Cristiano Ronaldo Jr. e Thiago Messi haviam marcado uma quantidade impressionante de gols em suas respectivas partidas. A postagem, que se espalhou rapidamente, alegava que Ronaldo Jr. havia marcado 10 gols em uma vitória de 10 a 9 do Al Nassr, enquanto Thiago Messi teria feito 11 gols em uma vitória de 12 a 0 do Inter Miami. No entanto, investigações subsequentes revelaram que essas informações eram completamente falsas.


A Copa Sub-13 da MLS, mencionada na postagem, não existe, e os clubes envolvidos confirmaram que os jogos nunca ocorreram. A situação se agravou quando se descobriu que essas alegações estavam ligadas a uma campanha publicitária mal executada de uma empresa de apostas australiana chamada Stake. A empresa, que não tem relação comercial com Messi ou Ronaldo, estava utilizando a imagem dos filhos dos jogadores para promover seu logo em postagens que geravam grande engajamento nas redes sociais.


Esse fenômeno destaca como a desinformação pode prosperar em ambientes emocionais, como o futebol, onde a rivalidade entre Messi e Ronaldo é intensa. Especialistas em desinformação apontam que a combinação de figuras públicas altamente populares e algoritmos de redes sociais que promovem conteúdo viral cria um terreno fértil para a disseminação de informações falsas.


Além disso, a Stake enfrentou críticas por suas práticas de marketing, que podem violar regulamentos de publicidade, especialmente no que diz respeito à promoção de jogos de azar. A situação levanta questões sobre a ética e a legalidade do uso de imagens de crianças em campanhas publicitárias, bem como as implicações legais para os criadores de conteúdo que se envolvem em tais práticas.


Essa história serve como um lembrete da responsabilidade que vem com a criação e compartilhamento de conteúdo nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e suas famílias.


Fonte: The Athletic - NY Times

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