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Updated: Apr 16, 2021


Mário Menezes é empresário do ramo imobiliário e um empreendedor diversificado.

Márcio Menezes é um empreendedor nato. Aos 18 anos, estava frente a frente com o piloto Emerson Fittipaldi em São Paulo para buscar a autorização da franquia da Hugo Boss para uma loja de roupas masculinas que montou em Erechim. Antes, o primeiro negócio tinha sido de semijoias em Porto Alegre. Entre idas e vindas, da Capital gaúcha para o interior do Rio Grande do Sul, se formou em direito, mas acabou no mercado imobiliário à frente da Mais Imóveis.

Não é o típico profissional que costuma puxar o freio de mão. Bem pelo contrário. Está sempre acelerando novas ideias e parcerias. Filho de tabeliães, teve que superar a morte do pai que culminou com o fim do cartório da família. Foi morar nos Estados Unidos onde conheceu pessoalmente, em um seminário que mudou seu mindset, Robert Kiyosaki, do Pai Rico, Pai Pobre, George Foreman e Donald Trump. Esteve na Olimpíada do Rio, como árbitro de Tiro Esportivo, esporte que pratica e apoia.

O terceiro entrevistado da Série sobre o Novo Normal do Cacocast, é acima de tudo um otimista. "Se cada um de nós tentar fazer o melhor, com certeza, rapidamente nós vamos sair deste buraco", acredita.


Grave uma mensagem de áudio para o meu Podcast que posso reproduzir no próximo episódio.



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Entrevista:

Caco da Motta (Porto Alegre) - Como é que tu estás lidando com esta nova fase difícil com os impactos da pandemia da Covida-19?


Márcio Menezes (Porto Alegre) - Como todo o brasileiro, estamos nos reinventando. Nós já temos este know-how porque, a cada 4 ou 5 anos, a gente tem uma estrutura modificada nos negócios seja politicamente ou economicamente. Eu tenho trabalhado muito em home office e tenho visto muitos clientes aumentando a carga de trabalho e aumentando a procura por investimentos e novos negócios. Eu vejo como um dos principais fatores a estabilidade da economia. O empreendedor brasileiro é um modelo para o mundo dá certo aqui e em qualquer lugar. O que não nos permitia nos reestruturar era a questão da condução econômica do país através da taxa de juros. O empreendedor quando ele inicia tem um sócio, não como aqueles do contrato social, mas teu sócio é o banco, o funcionário com passivo trabalhista e o governo com passivo de impostos. No ano passado, durante a pandemia, em 2020, só no Rio Grande do Sul foram abertas 196 mil empresas novas. Quer exemplo maior do que o empreendedorismo do povo gaúcho?


Caco - É a vontade de dar a volta por cima?


Márcio - Perfeito. Claro que teve empresário que acessou o Pronamp da Caixa que foi um dinheiro direto na veia do pequeno e do médio. Mas aí mesmo que está a criação porque o empresário não deixou a empresa quebrar. É óbvio que temos uma grande perda ainda, que tem muitos empresários que não conseguiram se reerguer. É preciso nos abraçarmos para o desenvolvimento do país, passando sobre esta questão muito filosófica e política que o país vive.


Caco - Eu tenho comentado que muita gente está vivendo uma espécie de atoleiro, caiu numa areia movediça e não consegue sair dela no meio desta pandemia. E se reinventar muitas vezes não é virar tudo do avesso, mas tentar encontrar uma maneira diferente de tocar o teu negócio.


Márcio - Perfeita a tua colocação. Eu acredito que estas novas tecnologias são ferramentas modernas. Eu recentemente palestrei para um grupo de empresários e alguém disse que iria fechar a loja. Eu disse, batalha até o último segundo pelo seguinte: nós somos seres que vivemos desta proximidade, ainda mais o gaúcho até pela cultura do chimarrão, do abraço. Um exemplo disso foi quando deram uma pequena brecha e os shoppings lotaram, as ruas lotaram. As pessoas querem isso. Então, estamos passando por uma dificuldade, temos que ter serenidade, as famílias e os empresários perderam, as famílias que perderam seus entes queridos mais ainda. Temos que prestar uma homenagem para estas pessoas.

Ninguém tem culpa nessa coisa, é uma doença. É diferente de um homicídio quando alguém vai lá e dá um tiro na pessoa. Eu lembro que perdi um colega com meningite e foi uma gritaria na escola porque naquela época era raro ter uma vacina. Todo mundo ficou assustado, fiquei uma semana em casa sem colégio, e depois fomos tomar vacina da meningite. É uma situação peculiar e violentíssima, mas o empresário tem que se adequar. Eu tenho amigos aqui em Porto Alegre da área de restaurantes que desenvolveram o próprio aplicativo. As empresas vão ter que se adaptar a esse novo momento. Mas eu tenho certeza que nós vamos voltar a um novo normal ou a algo quase normal. Tenho falado com pessoas na Europa e nos Estados Unidos. A Flórida, por exemplo, está tendo uma vida normal. Isso é uma coisa que temos que ter os pés no chão e a coragem de encarar daqui para frente.



Caco - Podes contar um pouco da tua trajetória profissional e das experiências que teve ao longo do tempo?

Márcio - Eu tive a oportunidade de ser filho de tabeliães. Meu pai é um cara simples de Canoas e que se dedicou a estudar quando jovem e foi aprovado no concurso para serviço notarial. Em 1974, quando nós fomos para o interior, para Erechim, eu tinha um ano e nove meses de idade e desde pequeno sempre tive oportunidade de ser privilegiado com a capacidade financeira dele. Eu sempre busquei ajudar as pessoas e empreender. Eu podia ter seguido a carreira, estudar para concurso notarial.

Mas, desde pequeno, eu tinha a veia de empreendedor. Com 16 anos, eu fui morar em Porto Alegre para estudar e montei uma distribuidora de semijoias, com aqueles mostruários de jóias com as vendedoras. Só que era um problema porque primeiro não estudava e depois era na base do bilhetinho que tinha o número de série, o código de cada correntinha, anel, etc. Fiquei um tempo nisso e o meu pai me disse: ou tu estudas ou voltas para o interior.

Decidi voltar para o interior para ter uma experiência empresarial na cidade. Voltei para Erechim e tranquei a faculdade de direito na Universidade Luterana e montei uma loja de roupa masculina. Na época, com 18 anos, eu queria vender as melhores marcas do país. Eu fui recebido pelo Emerson Fittipaldi em São Paulo, pois ele era o franqueado master da Hugo Boss do Brasil. Tive a oportunidade de apresentar para ele o que era Erechim e fazer um contato pessoal com ele.

Os caras ficaram espantados, pois eu tinha 18 anos. Falei que era o que eu gostava e queria fazer, ser empreendedor. Acabei não conseguindo a franquia do Hugo Boss porque havia um franqueado próximo em Passo Fundo, mas eles me indicaram outras marcas que vendi lá. Passado um período, me dei conta que se eu ficasse muito para trás eu não ia terminar a faculdade.


Caco - Decidiu então voltar a estudar?


Márcio - Sim. Arrendei a loja e acabei voltando para Porto Alegre para terminar o curso de direito. Passei um período pelo movimento estudantil, tive uma breve carreira de envolvimento político. Político e aí aqui em Porto Alegre novamente eu voltei a empreender. Tive uma empresa de marketing esportivo e uma casa noturna.


Caco - Loja de roupas, casa noturna, empresa de marketing esportivo. Acabou atuando num mercado diversificado?


Márcio - Exatamente. Mas eu sempre tive como base o mercado imobiliário como corretor, fiz o creci e esta é a minha empresa de formação do patrimônio, onde eu tenho meu pé fixo. Sempre ligado no mercado, em oportunidades de negócio com pessoas que são empreendedoras. Em 1999, perdi meu pai, Tivemos que nos reinventar porque o serviço notarial não era mais passado de pai para filho e por concurso público outra pessoa assumiu a serventia.


Caco - Foi quando decidiu morar fora do país?


Márcio - Eu decidi, em 2005, após outras experiências empresariais morar por seis meses nos Estados Unidos, em Nova York, Chicago e Miami. Em Chicago tive a oportunidade de participar de um seminário de 5 dias com personalidades que na época recém estavam explodindo chegando ao Brasil. Conheci o Robert Kiyosaki, do Pai Rico, Pai Pobre, que tive oportunidade de conversar pessoalmente e ter o livro autografado por ele e pela esposa dele.

Outro palestrante foi o Tony Robbins, que agora também está fazendo muito sucesso no Brasil. Também teve o George Foreman, que foi o papa do do marketing multinível e hoje existem várias empresas deste ramo. E última palestra de 2 horas e pouco com um senhor com cabelo amarelo e ao final da palestra tinha que pagar 25 dólares para tirar uma foto com o Donald Trump.


Caco - Mas a palestra do Trump foi boa?


Márcio - Como empresário ele é magnífico, né?


Caco - Ele se comunica bem, não?


Márcio - Não quero entrar na questão política dele. Mas a história dele de quem quebrou uma vez, quebrou duas e levantou. Isso é uma coisa que nós brasileiros temos que aprender. O americano não tem medo de quebrar. Aqui no Brasil, infelizmente, a gente crucifica aquele empresário que iniciou e quebrou. Ele quebrou e começou de novo e ninguém foi lá dar a mão. É um grande problema que eu vejo no nosso meio empresarial. Porque todo mundo um dia vai quebrar porque a gente depende de governo, de política econômica. E nós não temos aqui no Brasil a educação financeira que é fundamental que seja implementada desde o primeiro grau. O próprio Robert Kiyosaki tem um jogo que se chama corrida dos ratos. Um joguinho como banco imobiliário, como War que te ensina o que é um ativo e o que é um passivo.


Caco - Qual o palestrante que mais te impactou?


Márcio - O Robert Kiyosaki. do livro Pai Rico, Pai Pobre. A pessoa que não lê isso é como não ter lido a cartilha do bê-a-bá lá no teu primeiro grau. Eu dou de presente para amigos e às vezes busco num sebo porque não tem, de tanto que é vendido. É um livro que muda o teu mindset. Ele é um PNL (programação neurolinguística) através de uma historinha fantástica. Nós temos que abolir esta coisa de temos que ganhar dinheiro. Não. Tu vais ter que construir algo para fazer o dinheiro.


Caco - E como foi a volta para o Brasil?


Márcio - Quando eu voltei eu iniciei a mais Imóveis em 2006. Passei a mostrar para as pessoas como você faz patrimônio imobiliário sem dinheiro, é só acreditar. As pessoas não acreditavam e eu disse: faça um planejamento, veja como se faz. E aí existem várias técnicas que estão surgindo e dos Estados Unidos para o Brasil com a possibilidade de termos realmente um mercado imobiliário. O americano tem várias formas de investir no setor imobiliário. Aqui antes era só financiamento de dois bancos para ter a casa própria e agora existem outras possibilidades. Paralelo a isso, a gente tem alguns investimentos para empreender na área de startups. Vamos desenvolver um projeto inédito no Rio Grande do Sul para receber os "startapeiros". Também sou esportista, o meu esporte é o tiro esportivo aqui no país e fora do país em provas de tiro ao prato. Eu fui árbitro da prova de tiro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. Também surgiu uma outra parte empreendedora, que foi a criação da Associação Nacional de Armas, que é voltada para o esporte do tiro.

As pessoas confundem isso com o armamentismo. A legislação do esporte é outra, o equipamento é controlado, restrito que cumpre uma série de tarefas. Estamos estruturando esta instituição para fazermos competições nacionais e internacionais. Até para conhecerem nossos atletas. Recentemente, o Felipe Wu ficou em quarto lugar no mundial na Índia e já garantiu a vaga para a Olimpíada. Muita gente não sabe, mas a primeira medalha olímpica do Brasil foi conquistada pelo Guilherme Paraense no tiro esportivo. E tivemos a honra de presenciar a primeira medalha do Brasil na Olimpíada do Rio, o Felipe Wu, ganhou a medalha de prata. Eu estava lá e pude abraçar ele e festejar com ele. Uma pessoa que teve uma história incrível com o esporte. Ele sofria bullying por ter lábio leporino e o pai dele levou o filho para competir com o tiro de chumbinho, a carabina de ar. Ele é um exemplo para o esporte do Brasil.


Caco - Tem dois pontos da tua fala que me chamaram a atenção. A volta por cima que os americanos permitem às pessoas, até mesmo os exemplos de atores, cantores, que afundaram em drogas e no alcoolismo e eles tiveram apoio para se reinventar. Também tem a questão de diversificar os negócios, tendo um negócio principal que é o teu ganha-pão e outros que são aqueles que tu arriscas. É por aí?


Márcio - É por aí. O próprio Robert Kiyosaki tem o outro livro que ele escreveu sobre a independência financeira. Ele fala que nós temos quatro quadrantes e você pode atuar nos quatro: Têm o empregado, o dono, o investidor e o autônomo. Então, ele pode ser as quatro coisas. Isso é nós estamos vivendo agora dentro de casa. Eu estou inventando coisas, fazendo cursos daqui para aprender a lidar com outros aplicativos. Por exemplo, fui lá no Club House, um aplicativo fantástico onde fiz contato com pessoas e já estão surgindo novos negócios para investir. E o Kiyosaki fala isso que tu começa a sair da corrida dos ratos quando os teus ativos começam a trabalhar para ti. E o mercado imobiliário te permite atuar nos quatro quadrantes, investindo, sendo corretor autônomo, dono de construtora ou imobiliária ou ainda sendo funcionário de uma destas empresas.


Caco - Que oportunidades têm surgido neste momento que vivemos, nestes quatro quadrantes?


Márcio - O mundo está muito dinâmico nessa questão desenvolvimento de produtos de informática, mídias digitais. Um exemplo é a Central de Atendimento ao Cidadão Brasileiro no Exterior. É um aplicativo, criado por um filho de um notário aqui de Porto Alegre, um grande amigo, o Dr. Ayrton Bernardes Carvalho Filho, que lavrou o primeiro ato notarial eletrônico junto ao Tribunal de Justiça. Isso trouxe uma modernidade para as ações das pessoas que estão envolvidas no meio empresarial. Ele lavrou uma procuração pública de um cara que estava nos Estados Unidos, dentro de um posto de gasolina que assinou com uma assinatura digital. Existem muitas oportunidades surgindo neste segmento.


Caco - Tem a questão da robotização também em alta que acaba preenchendo funções mais operacionais e permitindo que as pessoas possam evoluir em outras atividades.


Márcio - Nessa questão da robotização, existem determinados segmentos que vão sempre depender do homem. Até mesmo estes dispositivos tipo Google Home, se a pessoa não falar, ele não vai fazer nada. E tem uma frase que é: não existe pergunta idiota, existem idiotas que não perguntam. Você tem que perder a vergonha de perguntar. Numa sala do Club House, eu conheci uma mulher falando sobre vinhos na Espanha que citou uma vinícola aqui do Rio Grande do Sul que já estava fazendo negócios com ela. Eu disse que era da família Menezes que tinha uma história com Castela e Leon. Ele me disse que próximo da propriedade dela, tem a família Menezes que também produz vinho. Se eu não pergunto, eu não falo, jamais saberia desta história.


Caco - Como é importante se comunicar com o mundo todo, usando estas ferramentas a favor. Mas qual a tua mensagem final para estas pessoas que estão paradas no tempo?


Márcio - A dica que eu dou é para elas olharem para dentro de si mesmas porque a força está dentro de cada um. E nós temos esse poder de nos reerguermos. Nós temos esse poder de se superar, de superar a dor. Eu superei a perda do meu pai. Tem várias outras dores e dificuldades financeiras, mas você se olha no espelho, olha para você e veja o que você veio construindo lá de trás. Esse é um momento que você está parado no meio da escada e tem que escolher um passo. Ah, vai ser doloroso! Geralmente, é doloroso, mas o ser humano é forjado nisso.

Somos uma espécie única, que pensa, que desenvolve a mente, que lê, que entende. Quem tem mais possibilidades pode abraçar aos que têm menos no sentido de darmos as mãos no que foi até agora problemático nos nossos últimos dois anos de vida. A importância da doação seja financeira, moral, educacional. Eu me coloco na posição do médico na linha de frente tentando fazer o melhor. Se cada um de nós tentar fazer o melhor, com certeza, rapidamente nós vamos sair deste buraco. Temos que esquecer a discriminação de todos os níveis e tipos e nos irmanarmos para levantar o nosso país mais uma vez, com o brasileiros, como cidadãos, como irmãos mesmo que somos nesse universo que vivemos.






A maior pesquisa do segmento de fitness do Brasil mostra que 88% dos alunos já se sentem seguros durante o treinamento em academias. O ex-medalhista olímpico Gustavo Borges aposta na comunicação eficaz para as pessoas voltarem a treinar com maior intensidade.


Os números da pandemia do novo coronavírus estabilizaram no Brasil, mas uma segunda onda da doença na Europa e a possibilidade de haver pelo menos uma vacina até o início de 2021 geram muitas dúvidas no comportamento das pessoas. Apesar desta insegurança, a startup de gestão de fitness Tecnofit realizou um levantamento com mais de 15 mil pessoas de todo o País para entender o comportamento dos alunos durante a pandemia e fazer recomendações para melhorar o setor.

O resultado é uma clara demonstração de que as pessoas estão dispostas a investir na saúde com total segurança e apoio de profissionais capacitados, assim como as academias e locais de treinos devem estar ainda mais seguros e atentos ao chamado "novo normal". O trabalho foi feito em parceria com o consultor Luis Amoroso, especialista em gestão fitness e teve ainda análise de profissionais de destaque no ramo como o ex-medalhista olímpico Gustavo Borges, presidente da ACAD Brasil, e Jacqueline Antunes, diretora da associação comercial que representa academias (IHRSA).

Os números destacam que dos 58% dos alunos que não cancelaram a matrícula durante a paralisação e já retornaram aos treinos, 88% sentem-se seguros no espaço. Entre os que retomaram as atividades, 84% estão bem satisfeitos com as medidas de prevenção. "70% pensam em aumentar a frequência de treinos para pelo menos três vezes por semana", salienta Anderson Cichon, CTO da Tecnofit, startup realizadora da pesquisa.

A pesquisa pode ser acessada aqui.



Outros dados relevantes são:

41% dos alunos pretendem voltar imediatamente aos treinos quando suas academias reabrirem. Afinal, nem todas estão abertas no Brasil. Para 64% das pessoas, o maior motivador para o retorno dos treinos é o cuidado com a saúde.


14% sente saudades da rotina

12% diz que o motivador importante é a segurança quanto às medidas preventivas

7% preocupa-se com o cuidado com a aparência

3% sente falta de fazer um social com os amigos.

Atenção para as prioridades dos cuidados sanitários e protocolos de segurança:

72% aumento dos cuidados com a limpeza e higiene geral

71% os produtos para higienização como álcool em gel

62% sinalização adequada para o distanciamento entre as pessoas

42% aferir a temperatura na entrada do estabelecimento

31% as placas de acrílico na recepção

12% liberação para o uso de chuveiros após os treinos

"Como 23% dos alunos só retornará aos treinos com todos os protocolos sendo seguidos, o papel do empreendedor nesse momento é garantir que a segurança será eficaz no ambiente. Prepare-se como se fosse reabrir amanhã, e registre todas as adaptações preventivas por fotos ou vídeos para que os alunos saibam que todos os cuidados pontuados e exigidos na pesquisa estão sendo cumpridos", explica o consultor Luis Amoroso.



Gustavo Borges valoriza a comunicação como ferramenta de divulgação positiva


Para Gustavo Borges, a comunicação eficaz é o melhor caminho


A pesquisa evidencia que a segurança é o fator primordial para que os indecisos retornem. E para Gustavo Borges, ex atleta olímpico e presidente da ACAD Brasil, vale ressaltar a importância de fazer uma comunicação eficaz das ações que o estabelecimento tem tomado para tornar o ambiente seguro. "Quanto mais a gente avançar na comunicação, quanto mais a gente mostrar que a atividade física é algo que salva vidas, trabalha a autoestima, e que trabalha o desenvolvimento humano, aliado com a segurança, melhor. 64% das pessoas voltaram por conta disso, pelo cuidado com a saúde. E isso é um ponto que é fundamental a gente mostrar e martelar, e nesse caso, a mídia nos ajuda muito" ressalta Gustavo Borges. O consultor Luis Amoroso também reforça que coletar testemunhos de alunos, fazer fotos, vídeos e transmissões ao vivo, para mostrar como o ambiente está, são boas dicas para as empresas implementarem no dia a dia de trabalho. "As pessoas se sentirão mais seguras ao verem outras frequentando tranquilamente o espaço. Vale também relembrar pela comunicação a importância de se praticar exercícios físicos e os riscos do sedentarismo, não apenas para a saúde física, mas mais ainda nesse momento de isolamento social para a saúde mental", explica Luis Amoroso.

Sobre a Tecnofit

A Tecnofit é um sistema de gestão de negócios fitness totalmente on-line criado pelo programador Anderson Cichon e por Antonio Maganhotte Junior, sócio fundador do EBANX. Com o sistema, o gestor controla diversas áreas como financeiro, vendas, relacionamento, programa de fidelidade, agenda de turmas, fichas de treinos e muitas outras funcionalidades. Aliado a ele, existe também o aplicativo Tecnofit Gestão, que complementa a administração do negócio com total mobilidade, e o aplicativo Tecnofit destinado para o aluno, que controla ficha de exercícios, avaliação física, resultados, check-in nas aulas, contratos e renovação de planos.  A empresa ainda tem outros aplicativos: o Tecnofit Box, voltado para alunos de CrossFit; e o Personal, feito para a gestão e controle para personal  trainers. Fonte: NoAR Comunicação.

Updated: Nov 6, 2020

Qual o melhor caminho?

O jornalismo e o empreendedorismo têm um papel fundamental no chamado Novo Normal

Saiba porque e quais as atitudes e ferramentas podem gerar um propósito.

Confira 12 dicas de aplicativos, livros, conteúdos e pessoas para seguir e te inspirar.

Vou oferecer gratuitamente um relatório de análise do perfil 

de 12 pessoas ou empresas que estejam interessadas em soluções criativas em comunicação. (veja no final do artigo)


Vivemos a era dos cliques, dos stories, dos likes. Temos pouco tempo, muito conteúdo fútil e inútil. Tudo pelo entretenimento e até mentiras são compartilhadas por interesse. O fake é pop. Agora, e desde a pandemia da Covid-19, estamos ainda mais distantes, menos presentes e cada vez mais conectados. O desafio da comunicação e do empreendedorismo é justamente ser útil para as pessoas e provocar nelas o espírito na busca de um propósito que gere uma riqueza bruta e não líquida. É mais que dinheiro, que a conquista material, é algo a ser lapidado como uma pedra preciosa. É buscar a satisfação pessoal e mútua, é ter e fazer história.

Antes de compartilhas as minhas 12 dicas e explicar como receber de forma gratuita uma análise de perfil com soluções criativas em comunicação, quero falar mais da Live que fiz a convite do jornalista Renato Martins, na Rede Atitude Positiva.

Confira aqui: (em breve link da Live)

Para ser útil, acredito que o jornalismo e o empreendendorismo precisam gerar valores com conteúdos e ações que capazes de transformar as pessoas neste momento de instabilidade mundial. Seja agora em meio a pandemia da Covid-19 ou depois dela, o chamado Novo Normal. Muitas pessoas, mesmo as bem-sucedidas financeiramente vivem numa encruzilhada. Qual o melhor caminho? Como Combater as Fake News? - O Jornalismo no Novo Normal precisa combater cada vez mais as notícias falsas. Primeiro, é importante que todos saibam que o jornalismo deve ser exercido por jornalistas, pessoas habilitadas por um curso da faculdade de comunicação ou, no mínimo, em algumas funções por estudantes de jornalismo que são estagiários. Não há impedimento de que pessoas gerem conteúdo em áudio, vídeo, texto e foto. Mas não tratem isso como jornalismo se não há um especialista responsável legalmente por aquele conteúdo. Do contrário, desconfie. mesmo que não concorde como material jornalístico ele tem que ser legítimo e ter apuração de fatos, senão é boato, fofoca, é fake.

Os meios de comunicação tradicionais e comerciais são empresas de TVs, rádios, Jornais, Revistas e Sites de Notícias. Ou ainda temos as manifestações oficiais de comunicação de órgãos públicos e governos e de empresas privadas. Todos estes canais são oficiais, tem jornalistas responsáveis, tem endereço físico e fachada. Ou seja, podem ser responsabilizados na justiça por algum ato ilícito.

As redes sociais não são meios de comunicação nem podem ser governo. O papel das redes sociais e marcas importantes da era digital como Google, Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp, Youtube são meios de compartilhamento de informação, de entretenimento, mas nem sempre apuram o que dá maior audiência, ou geram maior engajamento. Ao mesmo tempo, têm ótimas ferramentas de seleção dos conteúdos que mais nos interessam e nos atraem, embora haja uma perigosa estratégia comercial por meio do algoritmo muito bem discutida no Documentário, "O Dilema das Redes" do Netflix.

Não basca curtir, seguir, compartilhar, é preciso apurar e ter regras mais claras para estes canais. Saiba mais sobre Tristian Harris, 36 anos, do que estudou ética aplicada à ciência da computação em Stanford e da ameaça a democracia e a sanidade mental dos jovens neste artigo da revista Veja.

Para evitar de compartilhar coisas falsas e se enganar busque a apuração dos fatos nos canais tradicionais de informação. Pode usar o Google para fazer esta busca. Ou ainda utilizar ferramentas como o https://www.boatos.org Uma equipe de jornalistas apura o que é falso e verdadeiro. Quem nunca recebeu no WhatsApp o vídeo de um carro explodindo num posto de abastecimento com o título: Olha o que o celular pode fazer nu posto de gasolina, cuidado? O vídeo era real, mas a verdadeira história era de um carro a gás com vazamento de GNV que explodiu. O primeiro impulso nosso é mandar para alguém ou num grupo do WhatsApp e dizer, olha que loucura isso? Somos aí combustível para Fake News.


Uma ampla pesquisa da Ipsos em 2018 com mais de 19.000 pessoas em 27 países sobre fake news apontou 

  • o Brasil como campeão de pessoas que de alguma forma acreditaram em algum boato e depois descobriram que era falso. 

  • A Ipsos foi fundada em 1977 em Paris na França e chegou em 1997 ao Brasil. 

Pesquisa está em inglês como segue:


EMPRENDEDORISMO - Assim como novos canais, é fundamental que surjam novos empreendedores, pessoas corajosas, que possam neste ambiente de crise gerar novas alternativas de trabalho.  As novas oportunidades de mercado são positivas, criativas,  inovadoras e  colaborativas. Parcerias, novas relações de trabalho. O freelancer - o chamado "bico" - se profissionalizou e agora na pandemia mais ainda. 


É importante de ter um propósito, ser útil. Nem sempre o lucro deve estar acima de tudo. As pessoas devem estar no tempo ou à frente do nosso tempo. Isso é inovação. Cuidado com a síndrome do Táxi! É quando um motorista de táxi que tinha uma placa ou mais, imaginou que aquele negócio seria uma fonte rica de renda para sempre. Até surgir o Uber. O seu negócio é confortável? Quem imaginou que um médico particular no consultório poderia ser mais útil servindo ao SUS num hospital de referência da Covid-19 com um salário fixo e horas-extras do que em casa com a clínica vazia? Ou nunca pensou em empreender num aplicativo de consultas por vídeo? Pense nisso.


O que eu faço na minha empresa Caco da Motta Comunicação?


Jornalismo Esportivo é minha maior paixão profissional. Para acompanhar meus conteúdos só me seguir aqui e no perfil @cacodamotta: Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, LinkedIn, Youtube, SoundCloud, Spotify.


Como empresário, Trabalho com Consultoria Em Comunicação com soluções criativas para profissionais e empresas da seguinte forma:

  1. Estratégia de comunicação de Empresa ou Perfil Profissional - inclui os pacotes digitais/ Copywriter (cartas de venda) 

  2. Planejamento e criação de Programa ou Programação para Rádio, TV, Canal do Youtube e Podcast. Inclui o plano de comercialização, análise do perfil da equipe (jornalistas, comunicadores, profissionais) 

  3. Coaching para Jornalistas, novos talentos e jovens empreendedores. 

  4. Curso de Apresentador/Comunicador/Colunista. Pode ser para profissionais como para pessoas que precisam se comunicar e se expressar melhor seja em texto, áudio, vídeo.

  5. Dicas Gratuitas nas minhas redes e também totalmente sem compromisso e estou oferecendo aqui para 12 pessoas ou profissionais um relatório de soluções criativas em comunicação. 

12 análises gratuitas!!! saiba como aqui >>>>>>>>>

Para poder receber o relatório de análise, vou escolher os perfis mais interessantes e curiosos para uma empresa ou um profissional. Então, capriche:

Se for empresa, clique aqui Se for profissional, clique aqui

Tenha um propósito. Um exemplo para se inspirar, Conteúdos e ações para:


Fazer o Bem, pensar Positivo, Gerar valor para as pessoas. 


Exemplo:

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nacoes Unidas - Uma agenda para 2030

São 17 objetivos com ações acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Tem ações Específicas para o Brasil. Confira!


Qual o Caminho?


Quem Lembra do dedicado funcionário executivo da FedEx, Chuck Noland, que viaja a trabalho para a Malásia quando o avião da empresa cai sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Como o único sobrevivente do acidente, Chuck vai parar em uma ilha deserta. Quando suas tentativas de socorro se esgotam, Chuck aprende a sobreviver na ilha. No final do filme ele está num cruzamento e numa encruzilhada. Para onde ir? Olhe a Street View do Local da Filmagem da Cena no Texas e se inspire. Veja como não é uma questão de direita, esquerda, para frente ou para trás.


Vamos as 12 Dicas que prometi? 



3 dicas dicas de aplicativos e ou Ferramentas de Internet que podem ajudar qualquer pessoa, empresa, autônomos. 



Canva - Canva.Com - Crie designs para tudo. Ótimo, vai lá, é fácil.


12 minutos - Resumo de Best Sellers em textos curtos e também em áudio. 

é uma maneira de ler livros no trânsito, ouvindo o resumo dos mesmos. quem assina, tem mais vantagens. é só baixar o aplicativo.


TikTok - Pode ser inútil, mas pode ser útil, depende do algoritmo que utiliza. Faça um teste agora mesmo do seu negócio. Digite: logomarca, ou editar vídeo no celular. Olha quantas dicas. Pode compartilhar no Bloco de Notas do Whats APP.


Como criar um bloco de notas no whatsapp? Crie um grupo com alguém e avise. Exclua a pessoa. O grupo será só você e ali poderá guardar o que quiser por um tempo, inclusive as melhores dicas do Tok Tok.


Foi ali que encontrei a dica do Render Forest - que cria vinheta para a sua logomarca. é gratuito, mas para baixar a vinheta em alta resolução paga. 



3 Dicas de Conteúdos: 


Rede atitude Positiva do Jornalista Renato Martins -

Gosto muito do Podcast - Atitude Positiva - Boas notícias para melhorar o seu dia. 


Podcast - Resumo Cast - Podcast com resumo de livros sobre empreendedorismo. 

do Gustavo Carriconde, empreendedor que hoje vive em Dubai. 


Palestra TED Talks da psicóloga Amy Cuddy: Sua linguagem corporal molda quem você é. Ela traz evidências científicas de como podemos ter mais poder e autoconfiança apenas mudando a postura corporal. Veja aqui.


3 dicas de Livros


Cresça 1% ao Dia - Fernão Battistoni - Palestrante, Investidor Anjo, empreendedor. 


Alex Ferguson - Liderança - 

Sir Alex Ferguson - 27 anos técnico do Maschester United. 



Luiz Fernando Zachia - Setenta e Seis Passos - Dias que Mudaram a minha vida.   Ex-dirigente de Futebol, Político. Foi preso no presídio central de um processo que foi arquivado e inocentado pelo Ministério Público.


3 Pessoas para Seguir: 


Mario Sergio Cortella - filósofo, escritor, educador, palestrante.

Só colocar no google e ler, ver videos ou ainda comprar os livros. 


Gustavo Kuerten - Tem o livro Guga, um brasileiro, ele está no instagram @GugaKuerten - Um exemplo de ser humano


Nati Curi - Me Poupe - Jornalista e empreendedora com dicas para cuidar do seu dinheiro. 

Logomarca do Instagram

Youtube.com/@cacodamotta

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